Sobre

Cine Esquema Novo

O Cine Esquema Novo exibe e discute, desde 2003, a diversidade e a fusão de gêneros e formatos que marca as pesquisas de linguagem da produção audiovisual brasileira contemporânea. A cada ano, ao lado de mostras especiais, suas mostras competitivas com realizações de curta, média ou longa duração oferecem um panorama do que de mais instigante vem sendo feito no universo da pesquisa audiovisual.

Esta diversidade abrange desde as produções que efetivamente caracterizam-se como “cinema” até os projetos específicos, que se constituem enquanto “arte conceitual”, “videoarte”, “work in process”, “gender blender” ou o nome que venha a ser inventado. O que importa no CEN é a ideia na tela: é este senso de provocação e de sobreposição de diferentes intenções artisticas a partir da imagem dentro de uma sala de cinema que caracteriza o festival. Mais do que discutir o espaço ou o ambiente de exibição destas imagens (o que já ocorreu ao longo de suas edições), o Cine Esquema Novo parte da sala de cinema para fazer dela uma janela de circulação de todo tipo de obra audiovisual criativa, experimental, inovadora e surpreendente, independente de sua origem conceitual.

Permitindo-se a cada ano reinventar algumas de suas próprias regras, o CEN parte de seus pressupostos essenciais para priorizar, ao longo de suas diferentes edições, o resgate de nomes essenciais do “cinema paralelo” brasileiro (Rogério Sganzerla – 2003, Ruy Guerra – 2004 e Andrea Tonacci – 2009); a intervenção das artes visuais no espaço urbano (Cao Guimarães – 2006); a transformação das artes plásticas em artes visuais (Paulo Bruscky – 2007); a relevância do cinema internacional que não encontra janelas de exibição e cria reputações de gênero na internet (mostra Zona Livre – 2009); entre outros exemplos.

Seguindo esta premissa de, a cada ano, manter a liberdade de suas próprias regras do jogo, a programação do Cine Esquema Novo explora novos espaços expositivos da Usina do Gasômetro, sua sede central em Porto Alegre. Áreas dedicadas à fotografia e ao conteúdo multimídia servirão também de base para programações especiais, ao lado das esperadas mostras competitivas e debates sobre a criação audiovisual brasileira do século 21.

  1. Pedro A.

    Há inscrições?

    Como inscrever um curta-metragem independente?

    Grato

  2. Gostaria de saber se há vagas para trabalhar no CEN.

    Obrigada.

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